Vidas negras importam. E, aqui, elas são celebradas.
No Vidas Negras, novo podcast original do Spotify, o jornalista Tiago Rogero analisa e entrelaça a trajetória e a obra de personalidades da história e da atualidade. Toda quarta-feira, grátis.

Ouça no Spotify os 15 episódios da 1ª temporada.

O Vidas Negras é um podcast original Spotify.
A série é produzida pela Rádio Novelo.

Produção e pesquisa: Angélica Paulo
Edição: Juliana Santana, Mari Romano, Renan Sukevicius, Clara Rellstab e Débora Gonçalves
Finalização: Henrique Chiurciu
Checagem: Saulo Pereira Guimarães e Amanda Pinheiro
Edição digital: Bia Ribeiro
Música original: Victor Rodrigues Dias
Identidade visual: Linoca Souza
Direção de locução: Flora Thomson-DeVaux e Renan Sukevicius
Consultoria em roteiro: Paula Scarpin e Flora Thomson-DeVaux
Reportagem, roteiro e apresentação: Tiago Rogero


Episódio 01: De onde a sua família veio?

Nome, idioma e fé. Tudo isso foi tirado dos africanos trazidos à força para o Brasil. Os documentos da escravidão foram queimados. Como, então, mapear essa História? A resposta pode estar dentro de casa. Na estreia do Vidas Negras, duas escritoras que narram suas histórias: Carolina Maria de Jesus e Eliana Alves Cruz.


Episódio 02: Quem tem medo do feminismo negro?

Sueli Carneiro, a ativista que enegreceu o feminismo brasileiro, também foi determinante para a trajetória de uma das escritoras mais lidas do Brasil: Djamila Ribeiro. Neste episódio, as duas mostram por que, quando a mulher negra se movimenta, toda a estrutura da sociedade se move com ela.


Episódio 03: Pelo direito de ser xereta

Todo mundo nasce xereta. E, se a curiosidade é a base da ciência, todo mundo nasce um pouco cientista. Mas, para alguns de nós, continuar cientista nunca foi uma opção. O terceiro episódio de Vidas Negras mergulha na história de Enedina Alves Marques e Sonia Guimarães, duas cientistas pioneiras que puderam dar asas a suas genialidades.


Episódio 04: Mais fácil chorar do que fazer rir

Ter talento é importante, mas, para atrizes e atores negros, nunca foi o suficiente. Grande Otelo e Chica Xavier, duas referências da dramaturgia brasileira, quase nunca foram protagonistas. Mas, mesmo em papéis subalternizados, conseguiam o holofote. No quarto episódio do Vidas Negras, contamos como eles viraram esse jogo.


Episódio 05: O país que não se aceita negro

O Brasil é um país em denegação. É negro, mas nega ser negro. No quinto episódio, a história da antropóloga por trás do conceito: Lélia Gonzalez. Uma intelectual que viajava o mundo, mas não se esquecia das favelas. Como Anielle Franco, a irmã de Marielle Franco, que mantém vivo o legado da vereadora do Rio de Janeiro assassinada em 2018.


Episódio 06: A verdade vos fará livre

Da chegada dos primeiros africanos até hoje, pessoas negras nunca puderam professar a sua fé no Brasil. A proibição por lei até caiu, mas os ataques a religiões de matriz africana só crescem. “Atacar terreiro em nome de Jesus é atacar Jesus em nome de Jesus.” No sexto episódio, as histórias da iyalorixá Mãe Beata de Yemonjá e do pastor batista Henrique Vieira.


Episódio 07: Uma estética negra

Há cada vez mais estilistas e afroempreendedores criando moda afro-brasileira. Mas nem sempre foi assim. Houve um tempo em que a cultura negra era considerada uma forma “primitiva” de arte. No sétimo episódio do Vidas Negras, dois artistas que fizeram da valorização da estética negra um projeto de vida: Abdias Nascimento e Goya Lopes.


Episódio 08: Não tem problemis (ou tem?)

Este episódio é sobre Mussum. Ou melhor: é sobre Antônio Carlos, o Carlinhos do Reco-Reco e da Mangueira, sambista e um dos fundadores do grupo Os Originais do Samba, sucesso nas décadas de 1960 e 70. E é sobre Teresa, também. A sambista Teresa Cristina, a Rainha das Lives no Instagram, a menina que começou a cantar antes mesmo de começar a falar.


Episódio 09: Não querem te ver livre

Para que — e a quem — serve o Direito? Para libertar ou oprimir? No nono episódio do Vidas Negras, a história da mulher que, em 1770, no interior do Piauí, teve a coragem de não ficar calada: Esperança Garcia. Uma luta que atravessou os séculos e, hoje, encontra eco na voz e nos textos do advogado e professor Thiago Amparo.


Episódio 10: O filho que deu à luz a mãe

Esqueça tudo o que você sabe sobre Luiza Mahin. Ou melhor: deixe em suspenso. Foi numa carta do filho, Luiz Gama, que ela “nasceu” para a História. Virou símbolo para os movimentos negros e sinônimo de afroempreendedorismo, o caminho trilhado hoje por mulheres como a executiva Luana Génot.


Episódio 11: Imagens históricas da mulher negra

Você sabia que, no século XVIII, uma mulher foi proclamada rainha de um quilombo que resistiu aos ataques coloniais, em Mato Grosso? No décimo primeiro episódio, a história de Tereza de Benguela, a Rainha Tereza. E também um olhar sobre a reprodução de imagens de mulheres históricas, e de uma artista que faz a ressignificação delas: Tay Cabral.


Episódio 12: Cabeça feita

O intelectual, já dizia Milton Santos, existe para criar desconforto. O novo episódio do Vidas Negras traz a trajetória do professor e geógrafo baiano, único brasileiro a ganhar o “Nobel” da Geografia. E uma viagem ao mundo de Nei Lopes, o intelectual que cria sambas, contos, dicionários e enciclopédias a partir da nossa cultura.


Episódio 13: A rua tem alma

Na virada do século XIX para o XX, João do Rio revolucionou o jornalismo brasileiro ao perceber a alma encantadora das ruas e ouvir a voz de quem era ignorado até então. Na virada do século XX para o XXI, Rene Silva é uma voz que não espera ou pede permissão para ser ouvida.


Episódio 14: Mulher negra na política

De família pobre, foi empregada doméstica, estudou muito, formou-se na faculdade e, superando todas as imposições de uma sociedade racista e machista, entrou para a política. Foi eleita vereadora, deputada e senadora. Essa história poderia ser de uma, mas é das duas personagens deste episódio: Benedita da Silva e Marina Silva.


Episódio 15: Movimento Bicha Preta

O último episódio da primeira temporada do Vidas Negras resgata a história de Jorge Laffond, dançarino e ator que, dando vida a personagens como Vera Verão, desfilou seu corpo desobediente pela TV aberta. Uma referência para a multi-artista Lina Pereira, a Linn da Quebrada.


Escolhido pelo Spotify um dos Melhores Podcasts de 2020


“‘Vidas Negras’: o podcast que registra a existência e biografia de personalidades negras brasileiras”, na Vogue Brasil


Na Folha de S. Paulo: ‘Afrofuturo’, ‘Vidas Negras’ e ‘Ficções Selvagens’ valorizam negritude ao sair da mesmice


Destaque na seleção “Achamos que vale”, da Gama Revista


“Podcasts criados por pessoas negras reforçam a importância da representatividade”, no jornal O Tempo


Nota 10 na coluna Patrícia Kogut, no Jornal O Globo


No Cochicho: Tiago Rogero conta como desconstruiu a locução de rádio para chegar à narração do Vidas Negras


Escolhido pelo Estadão Expresso um dos cinco podcasts de 2020 que “valem cada minuto”


Na lista dos Melhores Podcasts de 2020 do PAPELPOP


No Estado de Minas: “Conheça três podcasts narrativos para se surpreender”


No Metrópoles: “Spotify e Globo revivem Marielle Franco, Mussum e outros”


No Correio: “Revolta dos Malês completa 186 anos mais lembrada do que nunca”